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Guilherme Almeida do Ministério da Justiça fala sobre a participação do Partido Pirata no Marco Civil da Internet

Guilherme Almeida do Ministério da Justiça fala sobre a participação do Partido Pirata na consulta do Marco Civil da Internet:

Patentes? Não, muito obrigado!

Marcos Barbosa de Oliveira
Universidade de São Paulo

Publicado no Jornal do Campus da USP, ano 26, nº 336, abril de 2008, p. 2. Resposta à pergunta “A obtenção de patentes pela universidade pública deve ser incentivada?” A defesa da resposta afirmativa foi feita por Oswaldo Massambani, Coordenador da Agência USP de Inovação, com o texto “Patentear e publicar: receita do sucesso”.

As patentes podem ser vendidas, compradas ou alugadas, em uma palavra, as patentes são mercadorias. A cada patente corresponde uma inovação tecnocientífica e assim, o sistema de patentes é o dispositivo que mercantiliza a tecnociência –, isto é, que faz com que as inovações tecnocientíficas funcionem como mercadorias. A mercantilização da tecnociência coloca nas mãos do mercado a determinação do rumo e do ritmo de seu desenvolvimento. Para quem tem tanta confiança no mercado a ponto de achar sensato deixar a seu cargo decisões tão importantes para os destinos da humanidade como são as referentes ao desenvolvimento tecnocientífico, para quem acredita que o sistema de patentes é a única maneira de promover esse desenvolvimento e, de um outro prisma, para quem sustenta que a Universidade deve procurar suas próprias fontes de recurso, diminuindo sua dependência do Estado, a resposta à pergunta em pauta é: talvez. Talvez porque mesmo entre os que aceitam esses três pressupostos, há dúvidas sobre a conveniência de botar a Universidade em busca de patentes. As patentes podem ser um bom negócio, mas não um bom negócio para a Universidade.

Patentear a Vida

Verdaguer
(*) Michael Crichton
The New York Times


Você ou alguém a quem você ama poderá morrer devido a uma patente genética que, para inicio de conversa, nunca deveria ter sido concedida. Legítimo ou improvável? Desgraçadamente, é um fato muito real.

As patentes genéticas usadas agora impedem a pesquisa, impedem a comprovação médica e mantêm informação vital longe do paciente e de seu médico. Patentes de genes retardam o caminho dos avanços médicos sobre doenças mortais. E elevam os custos exorbitantemente: um teste para câncer de mama que poderia ser realizado por US. 1.000 custa U$. 3.000.

Campus Party: Qual o papel do Partido Pirata nas eleições de 2010

O Partido Pirata mais uma vez ocupa o Barcamp da Campus Party e realiza uma discussão sobre qual deve ser o papel do Partido nas eleições de 2010.

A participação de todos foi muito boa e os pontos levantados foram:

  • Listar propostas que apoiamos e criar uma rede social sobre isso
  • Não apoiar o sistema político atual, inclusive não institucionalizando o Partido
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