Partido Pirata nas eleições de 2016

“Mais pirata do que partido”
Nós PIRATAS entendemos, como muitas outras pessoas, que a via eleitoral é apenas uma alternativa, não sendo solução primária ou exclusiva dos mais variados problemas de nossa sociedade, principalmente dos mais profundos.

O Partido Pirata não está apoiando nenhuma pessoa ou partido que esteja disputando as Eleições de 2016. Essa decisão é nacional, votada e acordada entre as pessoas integrantes da última Assembleia Nacional do Partido Pirata (ANAPIRATA).

Como partido político a ser registrado oficialmente, temos a pretensão de provocar alterações na sociedade a partir da atuação institucional, mas compreendemos os limites dessa atuação e buscamos outros meios, assim como dialogamos com movimentos que não possuem interesse na inserção na política institucional.

Defendemos os movimentos autonomistas e a autogestão social como forma legítima de organização popular.

Queremos o fortalecimento do Poder Popular independente do Estado e de partidos, empresas, instituições religiosas, e ONGs. Empoderamento e democracia plena estão no coração da ideologia pirata, e é nisso que apostamos.

Ahoy!

Já que você está aqui…

… nós estamos pedindo por um pequeno favor. Diferente de outras organizações, não recebemos dinheiro de governos e nem de empresas. Também não cobramos por acessos às nossas ferramentas. O Partido Pirata é uma organização independente que luta por direitos digitais, o livre compartilhamento de informações, privacidade para as pessoas e transparência de governos e corporações. Somos pessoas voluntárias tentando construir dia após dia o partido e precisamos de dinheiro para colocar algumas ideias em prática e cobrir diversos gastos. Isso requer muito trabalho e fazemos pois acreditamos que a nossa perspectiva importa porque –  também pode ser sua perspectiva.


Kommentare

One comment for Partido Pirata nas eleições de 2016

  1. marcos andrade moraes commented at

    “Mais pirata do que partido
    Nós PIRATAS entendemos, como muitas outras pessoas, que a via eleitoral é apenas uma alternativa, não sendo solução primária ou exclusiva dos mais variados problemas de nossa sociedade, principalmente dos mais profundos.”

    Volta e meia, há 150 anos,ressurgem propostas como essa,de perfil anarquista. Vc diz que não reconhece a via eleitoral como solução primária ou exclusiva para (dos!)os mais variados problemas de nossa sociedade. Evidentemente que não, pois a “via eleitoral” é apenas um dos momentos do processo democrático, nem inicial nem final…Logo, não disse nada, servindo apenas como desculpa esfarrapada para não apoiar ninguém. Nem nova é pois o PT já fazia isso na década de 80…

    Vc fala em problemas “principalmente os (dos!) mais profundos”. mas, não informa nenhum, deixando no ar um discurso demagógico e populista. Por último vc fala em outos meios de atuação…Quais?

    MAM

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