Venha ao ENCONTRO PIRATA no Rio de Janeiro

Os PIRATAS do Rio de Janeiro convidam simpatizantes, pessoas associadas ou não ao partido, para um encontro dia 1º de Setembro, no bairro da Lapa. Será oportunidade para trocar ideias e também conhecer piratas pessoalmente. Que tal falarmos de pautas ao invés de crenças Políticas? LOCAL: Rua da Lapa, 128 DIA: 1/09 HORÁRIO: 21:00 Você pode seguir os PIRATAS do Rio no Facebook  Pelo Telegram pode acessar o canal ou conversar diretamente com eles pelo grupo

 

Resposta ao Senador José Serra

O Senador José Serra (codinome 'Vizinho' na lista da Odebretch) escreveu recentemente um artigo em que acusa o Partido Pirata, entre outros Partidos em formação, de buscar sua formalização apenas como uma forma de abocanhar o dinheiro do fundo partidário. Segundo o artigo, o Partido Pirata não visa preencher "novos espaços doutrinários." E qual seria o "espaço doutrinário" que o 'Vizinho' ou até mesmo o PSDB atualmente ocupa? Bem, isso não precisa ser respondido. Após ler o artigo, fica claro...
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Batalha pela Internet: empresas lutam pela Neutralidade de Rede

Na próxima quarta-feira, 12 de julho, vai acontecer aquela que está sendo chamada de Batalha pela Internet. A Amazon, o Kickstarter, a Netflix, o Twitter, o GitHub, o Reddit, a Mozilla, o PornHub, o Adblock Plus, a Automattic, o Duck Duck Go, a Funny or Die, a Greenpeace, o Medium, o Patreon, o ProtonMail, o Redtube, a Vivaldi, a Zapier e outras 166 empresas ou marcas de serviços online estarão unidas na luta pela neutralidade da Internet. Mas o que é neutralidade de rede? A neutralidade de R...
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#FreeBogatov: Preso por compartilhar um vídeo de Kanye West?

por KaNNoN Dmitry Bogatov foi preso na Rússia em 6 de abril, acusado de incitar atividades terroristas publicando materiais "extremistas" on-line. Há uma dúvida significativa em torno da legitimidade das acusações que levaram à prisão de Bogatov, principalmente com o suposto compartilhamento do vídeo de Kanye West e Jay-Z 'No Church in the Wild'. Traduzido de FreeBogatov.org Quem é?  Desenvolvedor de software, professor de matemática na Universidade de Direito e Finanças de Moscou...
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Encontro Mana Pirata no Rio de Janeiro

A primeira edição do meet-up Mana Pirata será promovida no dia 1º de julho de 2017 pelo Coletivo Bucaneiras em parceria com PyLadies, Olabi e Luluzinhacamp, grupos que já atuam no fomento da programação para mulheres com intuito de promover autonomia tecnológica e segurança digital.  O objetivo da atividade é promover um ambiente de aprendizagem para mulheres, reunindo diversas comunidades para trabalhar temas variados: segurança digital, phishing, criptografia, big data, software livre, lingua...
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Oficina de WordPress para mulheres negras do Rio de Janeiro

Minas Programam e PretaLab são duas iniciativas que querem promover a participação das meninas e mulheres negras e indígenas nos campos da inovação e tecnologia. No dia 24 de junho, promoveremos um encontro de formação em WordPress especialmente voltado para mulheres negras do Rio de Janeiro. O objetivo é compartilhar conhecimento sobre a ferramenta WordPress e atingir mulheres negras organizadas do Rio de Janeiro, que estejam engajadas com projetos próprios e queiram colocá-los no ambiente d...
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PIRATAS discutem encontro regional do partido

Encontro Regional Sudeste do Partido Pirata Segue tópico criado na ferramenta on-line de deliberação Loomio sobre encontro sudeste de pessoas associadas e não associadas do Partido Pirata: "Como previsto no Estatuto do PIRATAS, os encontros regionais ocorrem de dois em dois anos. Esse ano então, precisamos realizar o encontro da região sudeste, que é o que nos cabe de responsabilidade. Desde o ano passado estamos conversando, informalmente, nos chats em que os piratas sudestinos se ...
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Anarquistas preenchem vácuo do governo e assumem assistência social na Grécia

por Niki Kitsantonis Em Atenas (Grécia) Pode parecer paradoxal, mas os anarquistas da Grécia estão se organizando como nunca antes. Sete anos de políticas de austeridade e a mais recente crise de refugiados deixaram o governo com cada vez menos recursos, oferecendo cada vez menos aos cidadãos. Muitos perderam a fé. Alguns, que nunca tiveram fé, estão resolvendo os problemas por conta própria, para irritação das autoridades. Tasos Sagris, um membro de 45 anos do grupo anarquista g...
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Perspectivas Libertárias: “Essa democracia é um mito que devemos destruir”

De tempos em tempos, crises políticas são jogadas ao público, provocando grandes momentos de agitação política nas redes e nas ruas, com cobertura midiática nos alimentando com meias informações, e gerando debates acirrados e polarizados em torno de qual deve ser a solução para tais crises. E aí entram duas opções: solucionar a crise trocando as peças do tabuleiro ou perceber que o tabuleiro é a própria causa da crise. por galdino*   Nosso país, assim como as chamadas "democrac...
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Operação higienista na Cracolândia

No último dia 12, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que a região da Cracolândia seria alvo de uma operação conjunta para combater o tráfico de drogas e também prender traficantes. A ação contaria com forças das Polícias Civil, Militar e Federal, além de agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), aproximadamente 500 policiais participaram da ação. Entretanto, não havia nenhum agente de saúde ou assistente social mobilizado para esta operação. Hoje, com a retomada aberta do projeto...
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Diga aos deputados: não censurem nossa Internet

Olá congressista!

O projeto de lei 5.204/16 propõe o bloqueio de acesso a sites "precipuamente dedicados ao crime" hospedados no exterior e sem representação no Brasil, excluindo, expressamente, a possibilidade de bloqueio de aplicativos de troca instantânea de mensagens (sim, o WhatsApp).

Em sua justificativa, anexa ao projeto, argumenta-se que hoje, para se retirar do ar sites criminosos - incluindo aqueles de ponografia infantil e de tráfico de drogas - tem que se expedir uma carta rogatória (documento que pede cumprimento de ordem judicial brasileira no exterior) para o servidor. Por ser demorada, não seria medida adequada de combate a esses crimes, devendo-se, então, bloquear o acesso de brasileiros a tais sites.

Contudo, há um grande problema nessa lógica de combate ao crime: sites que cometem crimes hediondos e torpes, como a pornografia infantil, NÃO estão na internet normal (surface web), e sim na internet não-indexada (deep web). O que isso quer dizer? Que não há como bloquear acesso a esses sites pelas medidas propostas pelo PL. E mesmo que essas trocas de material ilegal na internet esteja sendo feita em território brasileiro, a justiça já tem meios para combatê-las (a operação DarkWeb II da Polícia Federal,  de combate a pornografia infantil online, criminalizada no art. 241-A do Estatuto da Criança e Adolescente, estourou no dia 22/11/2016).

Ou seja, a título de combate a crimes graves, estão dando de um jeitinho de bloquear sites que desatendem aos interesses da indústria fonográfica, punindo a população ao dificultar acesso à informação, cultura e conhecimento.

Ainda que a primeira coisa que venha à mente nessas situações sejam os sites que disponibilizam filmes e séries inteiras para download ilegal, como o MegaFilmesHD e outros sites que já foram fechados, o PL não é nada claro com relação ao que seria considerado um provedor "precipuamente dedicado à pratica de crime", e as violações estabelecidas pela Lei de Direitos Autorais não se limitam ao compartilhamento ilegal de obras protegidas.

Na verdade, está bem longe disso.

A utilização derradeira de determinadas obras protegidas para produção de alguns tipos de obras derivadas –como remix de músicas, fotos para memes e vídeos que utilizam trechos de filmes para desenvolver críticas a eles (O Partido Pirata até já satirizou a #CPICIBER através de um vídeo) – não é permitida pela lei, consistindo em violação ao direito autoral, o que é abrangido pelo PL em questão. A utilização pode ter finalidade lucrativa ou não, o autor da obra derivada pode ser profissional ou amador - não importa, não pode! É possível que esse tipo de utilização bastasse para justificar o bloqueio de determinado provedor de aplicação.

Plataformas que viabilizam o compartilhamento desse tipo de conteúdo em massa e que poderiam eventualmente ser bloqueadas pelo PL são: o Vimeo (plataforma de vídeos); O YouTube (plataforma de vídeo); o SoundCloud (plataforma de músicas); o Flickr (plataforma de fotografia); o MemeGenerator (site que facilita a elaboração de memes) e até mesmo sites dedicados ao compartilhamento de FanFiction –outro tipo de manifestação cultural que é considerada ilegal pela Lei de Direitos Autorais. Nesse sentido, o bloqueio proposto pelo PL 5.204/16 é problemático sob quatro óticas distintas: para os provedores de aplicação, para os autores dos conteúdos, para os usuários e para o interesse público como um todo.

Para os provedores de aplicação, a medida é desproporcional, pois enseja no bloqueio de todos os seus serviços no país, independente de parte dele estar dentro da legalidade ou não. Por exemplo, o SoundCloud, caso bloqueado, o será por completo, apesar de servir também como plataforma para o compartilhamento de obras de forma legal. Já o YouTube poderá ser censurado por disponibilizar vídeos de paródias de músicas, trailers feito por usuários, etc.

Para os autores, o grande problema é a insegurança jurídica gerada pela medida. Como muitas das utilizações não são permitidas pela lei atual, não é possível saber até que ponto elas serão usadas para bloquear o acesso a suas obras. No mais, criadores de conteúdo que produzem obras completamente permitidas pela lei e disponibilizam-nas nessas plataformas serão penalizados por causa daqueles que compartilham obras de forma ilegal. Já para os usuários, a medida é problemática por prejudicar o livre acesso à internet e o acesso às demais obras (legais) hospedadas nessas plataformas –elementos essenciais do direito constitucional de acesso à cultura.

E, por último, para o interesse público, o PL é potencialmente ainda mais perigoso, já que o bloqueio a determinados serviços, com a justificativa de violação ao direito autoral, pode ser utilizado para cercear a liberdade de expressão. O exemplo dos vídeos que utilizam trechos de filmes para criticá-los é ilustrativo, mas grandes produtoras cinematográficas poderão solicitar o bloqueio de sites que hospedem esse tipo de vídeo com o argumento de que seus direitos autorais foram violados.

Este projeto de lei, portanto, se caracteriza como uma medida de combate direto à cultura de compartilhamento, já difundida na nossa geração. O objetivo explicitado no anexo fica em segundo plano, deixando margem para interpretá-lo apenas como um pretexto. Sendo assim, pode-se dizer que não é exagero especular que se trata de uma manobra movida pelo lobby da indústria audiovisual para esconder uma medida conhecidamente impopular.

Assine a petição, entre em contato com seu deputado: lute por uma Internet Livre e contra projetos de censura!

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