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Reunião coletivo DF, domingo 21-fev-2010

Reunião dia 21-fev (aniversário do Ramirez) no Bar Ole Ola

- Presentes

Jefferson
Ramirez
Ricardo

Guilherme Almeida do Ministério da Justiça fala sobre a participação do Partido Pirata no Marco Civil da Internet

Guilherme Almeida do Ministério da Justiça fala sobre a participação do Partido Pirata na consulta do Marco Civil da Internet:

Patentes? Não, muito obrigado!

Marcos Barbosa de Oliveira
Universidade de São Paulo

Publicado no Jornal do Campus da USP, ano 26, nº 336, abril de 2008, p. 2. Resposta à pergunta “A obtenção de patentes pela universidade pública deve ser incentivada?” A defesa da resposta afirmativa foi feita por Oswaldo Massambani, Coordenador da Agência USP de Inovação, com o texto “Patentear e publicar: receita do sucesso”.

As patentes podem ser vendidas, compradas ou alugadas, em uma palavra, as patentes são mercadorias. A cada patente corresponde uma inovação tecnocientífica e assim, o sistema de patentes é o dispositivo que mercantiliza a tecnociência –, isto é, que faz com que as inovações tecnocientíficas funcionem como mercadorias. A mercantilização da tecnociência coloca nas mãos do mercado a determinação do rumo e do ritmo de seu desenvolvimento. Para quem tem tanta confiança no mercado a ponto de achar sensato deixar a seu cargo decisões tão importantes para os destinos da humanidade como são as referentes ao desenvolvimento tecnocientífico, para quem acredita que o sistema de patentes é a única maneira de promover esse desenvolvimento e, de um outro prisma, para quem sustenta que a Universidade deve procurar suas próprias fontes de recurso, diminuindo sua dependência do Estado, a resposta à pergunta em pauta é: talvez. Talvez porque mesmo entre os que aceitam esses três pressupostos, há dúvidas sobre a conveniência de botar a Universidade em busca de patentes. As patentes podem ser um bom negócio, mas não um bom negócio para a Universidade.

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